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Por que a China deveria apoiar a construção de sociedades pacíficas e inclusivas na agenda de desenvolvimento pós-2015

por Huang Haoming

HuangHaoming, vice-presidente e diretor executivo da Associação Chinesa para a Cooperacão de ONGs (CANGO, na sigla em inglês), & Peter van Tuijl, diretor executivo da Parceria Global para a Prevenção de Conflitos Armados (GPPAC, na sigla em inglês).

Está se formando um consenso em relação a incorporar a “construção de sociedades pacíficas e inclusivas” como um objetivo em si mesmo na agenda de desenvolvimento pós-2015, que será acordada na Assembleia Geral das Nações Unidas em setembro deste ano. A inclusão deste novo objetivo é importante para a China e oferece oportunidades de fortalecer mais a sua contribuição para as relações internacionais inclusivas, no âmbito dos governo assim como da sociedade civil.

O próximo presidente e a agenda de desenvolvimento pós-2015

por Oyebisi Babatunde Oluseyi

Diretor executivo da Rede de ONGs da Nigéria.

Por quase 15 anos, os nigerianos viram seus governos -- nos níveis federal, estaduais e locais -- empreender esforços para atingir os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio. Estabelecidos em 2000, os ODMs são globalmente aceitos como um esquema de referência para se alcançar oito importantes objetivos, sendo o primeiro a redução da pobreza pela metade até 2015.

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